Como funciona um sistema de alarme de incêndio
O detector percebe fumaça ou calor, ou uma pessoa aperta o acionador manual. O sinal chega à central, que identifica a origem, registra o evento e dispara sirenes e sinalizadores. Se o projeto prever, a central também aciona bomba de incêndio, portas corta-fogo e exaustão.
Os componentes do sistema
- Central de alarme: supervisiona tudo, registra os eventos e comanda os avisos.
- Detectores: de fumaça ou térmicos, conforme o ambiente.
- Acionadores manuais: nas rotas de fuga, para qualquer pessoa disparar o alarme.
- Sirenes e sinalizadores: aviso sonoro e visual para a evacuação.
- Repetidores: no sistema sem fio, ampliam a rede até onde a obra precisar.
Convencional, endereçável ou sem fio
| Convencional | Endereçável cabeado | Endereçável sem fio | |
|---|---|---|---|
| Mostra onde disparou | Só o setor | O ponto exato | O ponto exato |
| Infraestrutura | Cabo e conduíte | Cabo e conduíte | Nenhuma |
| Prédio em uso | Obra em todo o percurso | Obra em todo o percurso | Sem obra |
| Ampliação | Novo cabeamento | Novo cabeamento | Cadastrar dispositivo na central |
Em obra nova com forro aberto, o cabo pode fazer sentido. Em prédio pronto e ocupado, o cabo costuma ser a parte mais cara e mais demorada, e é aí que o sistema sem fio mais compensa. Veja o comparativo completo.
Quando o sistema é obrigatório
A exigência depende da ocupação, da área e da altura da edificação, e vem das instruções técnicas do Corpo de Bombeiros de cada estado. O projeto segue a NBR 17240. Veja o guia da IT-19 para o estado de São Paulo.





